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Muito conhecido entre os fãs de jogos de terror, Fatal Frame é um dos mais fodas até hoje, fazendo muita gente perder noites de sono e canecas de café pra se manter de olhos abertos.

A história do jogo é circundada por um ritual macabro e bizarro, de uma pequena aldeia japonesa. Os personagens, atuais, ficam presos de alguma forma num mundo de espíritos, na verdade um pesadelo que não termina nunca, e precisam descobrir o que aconteceu com as pessoas dessa aldeia após esse ritual. No decorrer do jogo por meios de diários e rascunhos encontrados no caminho, o jogador vai descobrindo o passado da aldeia, dos personagens e o que aconteceu com eles.

Mesmo sendo só um jogo, deixa qualquer um de cabelo em pé em algumas situações porque para descobrir o que aconteceu com os moradores dessa aldeia, você vai ter que explorar uma antiga mansão das mais sinistras e seus complexos, com uma lanterna, uma fralda XD e uma câmera, sua única arma. Essa câmera, por sinal muito antiga, consegue de alguma forma enfraquecer os tais fantasmas e assim você consegue se defender.

O objetivo do jogo é juntar as peças pra entender as histórias, e conseguir sair vivo da mansão do mal. Mas o que faz o jogo ser tão TENSO e legal, é que você não tem tempo pra relaxar. Em nenhum momento se consegue ficar parado sem achar que vai aparecer alguém, pois como são fantasmas, conseguem atravessar as paredes e em alguns momentos não adianta fugir pra outro comodo #fikdik.

Pra não morrer no meio da sua busca, você tem um sensor que acende quando um espirito esta por perto, além da musiquinha nada relaxante, ai é só sacar sua…câmera, e tirar uma foto do penado. Mas tem um detalhe, você tem que deixa-lo no foco por um tempo pra conseguir drenar o máximo de energia e assim derrota-lo com menos cliques. Se ele te agarrar você perde sangue e com o tempo morre também (dããã).

Tem quem vai jogar só de dia e na companhia do máximo de pessoas, tem doido que vai jogar de noite, eu XD, e tem quem não vai jogar de tanto medo, mesmo assim é muito recomendado, pois não tem o mesmo elemento batido de outros jogos, em que você usa armas, serras, bastões mágicos, aqui uma câmera é tudo que você tem e mesmo não parecendo confiável, ela é potente, ainda mais se usar o filme certo e clicar no momento certo.

São 3 jogos pra Playstation2, os primeiros da série, e um pra Wii, o 4° jogo, que eu estou doido pra jogar porque com aquele joystick deve ser o bicho.

Adoro a série, porque é uma forma nova de lidar com fantasmas, e também porque gosto de fotografia, então fica mais interessante ainda. Joguei a série ao contrário, do 3° jogo para o 1°, que é o que estou jogando, o que dizem que atrai certas coisas…..e de noite :S. Apesar de que hoje não faço mais isso, acho que perdi o costume (ou coragem, como quiser :P).

O legal é quando você encontra um fantasma numa área mais aberta e pode tirar várias fotos seguidas se conseguir pega-lo no momento certo, que é quando o circulo da câmera fica vermelho. Enfim, taí um bom jogo de terror, recomendo jogar ao menos uma vez pra ver como é, e não tenham medo, difícil né?

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Que tolice é essa que as pessoas inventam? Que mulher tem que ser magra, ter peitão, ser loira de olho claro e homem tem que ter pau grande, ser sarado e ter olho claro também.

No fundo ninguém quer mudar por ninguém, e é o ideal, mas não, continuam com isso, a mulher se faz toda, morre de fome pra ficar magra igual uma bezerra do nordeste. Pinta o cabelo com aquelas coisas químicas terríveis, que fica parecendo uma arara de tão colorida. Se produz toda como dizem, (pra no fundo se reproduzir lol) pra alguém notar ela (como se não desse pra notar essa coisa magrela e colorida passando na rua, com aquele perfume da Avon. (Pareci o Christian Pior comentando XD)).

Aí vem outro idiota, esse não pode faltar também, o homem. Corta o cabelo igual está na moda, sei lá, como o Justin Bieber ou algum emo que nasceu do Fresno com o NxZero, ou ainda como(opa!) o Latino. Esse animal vai pra academia, malha 7 horas por dia, se mata levantando peso (já passamos da era da caverna meu amigo), e cria os tão desejados músculos, isso se não estiver com pressa e tomar uma bomba. O tamanho da ferramenta vai da sorte de ter um pai bem aparelhado, senão o jeito é tentar disfarçar o coitado, ou fazer uma daquelas cirurgias milagrosas que prometem aumentar o inaumentável (essa palavra existe? Parece que sim porque o Word corrigiu…).

Agora só falta uma coisa, unir essas duas figuras que juntas não tem 20 de QI, que parecem um casal de Cruz-Credo. E me diz, algum deles esta feliz? Talvez sim, mas uma falsa felicidade, pois acham que estão agradando ao outro, fazendo essas tolices, cegos de si. Atitudes sem qualquer fundamento.

Seguem a moda e as imposições da mídia, se tornam robôs viciados em ser o padrão de beleza, chegando ao ponto de não serem mais elas mesmas. Temo pelo pior, porque a cada dia isso piora, inclusive estou desistindo desse planeta depois que vi uma garotinha imitando a Lady Gaga na TV.

Se você quer ser a Barbie e se você quer ser o Pegador, boa sorte, vai fundo. Só não venha querer que eu mude de lado, porque quem sai da Matrix não volta mesmo se quiser…

Alphaville é uma película de Jean-Luc Godard. Considerado um clássico. O filme conta a história de um agente secreto enviado á cidade futurística de Alphaville onde os sentimentos foram abolidos e as pessoas são quase robôs. Nesse mundo sem cor (não só porque o filme é em P&B XD) Lemmy Caution enfrentará uma sociedade que não pode sentir nenhum tipo de emoção, onde tudo é feito com base em cálculos de probabilidade e controlado pelo computador Alpha 60. Sua missão é levar o professor von Braun, inventor do computador, de volta ao exterior.

O filme possui um clima noir, em preto & branco e alto contraste, também um toque distópico, onde uma cidade é dominada por uma tecnologia que deveria beneficiar o ser humano, e não o escravizar-lo o que ainda inclui-o no gênero ficção cientifica.

As influencias vem desde Metrópolis, e o expressionismo alemão, ao livro Admirável Mundo Novo, onde as pessoas perdem suas identidades, sendo controladas por algum sistema de classificação/alienação de seres humanos. Na cidade de Alphaville, quem sentir algum tipo de emoção é preso e executado, é algo intolerável. Tudo é controlado por probabilidades e estatísticas pelo computador Alpha 60, que também domina gestos, pensamentos e sentimentos dos habitantes.

Quando terminei de assistir me senti perdido, tanto pelo filme ser um pouco complexo como por não estar acostumado com filmes nesse clima. Foi então que não consegui digerir direito o que eu tinha visto, mas quanto à premissa principal, que é algo simples de entender, vi como esse é um filme super inteligente e importante. Não sou conhecedor de filmes, muito menos critico, só estou mostrando meu ponto de vista e minhas conclusões.

Assim como o filme foi influenciado, também influenciou. Arrisco-me a dizer que 2001 – Uma Odisséia no Espaço (1968) tenha sido um desses. No filme de Kubrick, um robô, HAL 9000, controla tudo na nave Discovery, e possui uma voz marcante, característica, como Alpha 60. A tripulação parece não possuir nenhuma emoção aparente, assim como as pessoas de Alphaville.

É um filme sublime, que mostra como as pessoas podem se perder se tiverem seus sentimentos reprimidos, pois o que nos faz humanos são eles, são nossa força interior, se não nos expressarmos, seremos como robôs. Não pode deixar de ser visto por nenhum cinéfilo, mesmo que “novato”, nem por qualquer pessoa alias, pois traz uma mensagem importante e você ainda pode ter a chance de compreender como os filmes de antigamente eram mais focados na narrativa, pois os efeitos especiais eram escassos. Hoje os filmes são vagos, tem um começo-meio-fim que parece seguir a mesma lógica, a mesma história, e ainda se perdem nos efeitos especiais.

Ficha Técnica:

Título original: Alphaville, une Étrange Aventure de Lemmy Caution
Gêneros: Ficção Científica
Tempo: 99min
Ano: 1965
Direção: Jean-Luc Godard
Roteiro: Jean-Luc Godard e Paul Éluard
Elenco:
Eddie Constantine (Lemmy Caution)
Anna Karina (Natacha Von Braun)
Akim Tamiroff (Henri Dickson)

As pessoas tendem a ser idiotas, mas com o tempo, isso realmente se torna real, com o tempo, a pouca inteligência que possuem, se torna ausente. Há tempos se percebe que o ser humano esta se denegrindo, tudo é normal e comum, mas esse comum na verdade não é algo normal só por ser rotineiro, por ser rotineiro é que parece normal.

Caminhando para o serviço, passo em meio a uma praça, olhando as horas, vejo que tenho tempo. Sento-me em um banco, à presença de uma garota que ali estava. Sentado a ouvir musicas, olhando para esta tarde de domingo, quase ninguém por ali, vejo próximo, vários telefones, e em direção a um deles seguia uma mulher, com aspecto masculino, alta, forte, que se dirigiu a uma das cabines. Não ligando por não haver nada de anormal, continuei a me distrair com as melodias.

Ao meu lado via o transito passar, após certo tempo, vi que estava quase na hora, mas resolvi ficar mais um pouco. Foi quando a garota próxima a mim me apontou para aquela mulher alta…

“Minha vida nunca foi radical, nunca me envolvi com coisas perigosas, sempre fiquei na minha.Mesmo sabendo como é o mundo em que vivo, nunca me choquei com nada, mesmo vendo os jornais, os noticiários, toda a lamentável violência diária continuava sem interferir em meu mundo, pois estava impressa, não ao vivo.”

Aquela mulher havia enrolado o fio do telefone em seu pescoço, a cena era fria e silenciosa, ajoelhando-se tentava por fim ao sofrimento, vendo aquilo, na minha frente, pensei se ajudava, saia e perto, se deixava pra lá.Sem saber o que fazer, terminei por não fazer nada.Nunca imaginei que presenciaria uma cena daquelas em toda minha vida. Desviei minha visão, pensando se interferia no livre-arbítrio daquela mulher, temendo por ela o fim trágico do outro lado, a lamentação umbralina, ou se a deixava prosseguir e ver por si própria o fim das conseqüências de um ato tão frio. Me mantive olhando pra baixo, sem saber o que fazer, olhando poucas vezes aquela cena, a mulher tentava apertar mais o fio, ja estava meio vermelha.Pedi a Deus naquele momento que interferisse, que iluminasse a mente daquela pobre pessoa perturbada, ja que eu não teria tal coragem.

Ela desistiu, após um tempo sem sucesso, desistiu, desenrolou o fio do pescoço, e cabisbaixa parecia pensar na atitude. Levantou-se, colocou o fone no gancho, e seguiu.Desviei pra não olhar direto a ela, pois sabia um pouco do que ela sentia, parecia abatida, a circulação voltava ao normal. Caminhando sem rumo, parecia tentar achar uma lição no fracasso daquele ato. O tempo todo a garota ao meu lado parecia não ligar muito pra tudo aquilo, só achando bizarro o que a mulher tentara.

Ela seguiu seu caminho, atravessou a rua, sem tentar mais nenhum ato de desespero como antes, foi embora, só deixando aquela imagem de um domingo frio…

Hoje começo um blog. Minha intenção é expressar meus pensamentos de forma mais “livre”. Não importa se alguém vai lê-lo, mas quem ler minhas palavras, espero que se identifique ou se sinta melhor.
De qualquer forma só vou escrever bobagens mesmo 😛 .
Até o próximo post.